UM DIAGNÓSTICO BOM COMEÇA com o mínimo de informação possível do titular: o nome completo, o CPF ou o CNPJ e um relato curto de como a exposição foi descoberta. Com esses três dados, a busca inicial já é feita e o tamanho do problema aparece em minutos.
O relato do problema
Duas ou três frases bastam. Onde a pessoa viu o processo, em que situação isso atrapalhou e o que ela já tentou. Esse relato orienta a busca e evita que a equipe trate como prioritário um caso que, na prática, é pequeno, ou o contrário.
O histórico do processo, se houver
Saber se o processo foi arquivado, extinto, improcedente ou ainda está em andamento muda tudo. Com a certidão do tribunal, o trabalho ganha um documento que o titular não tinha e que o portal vai exigir. Sem ela, o pedido é feito, mas fica mais lento.
A extensão do problema
Uma busca pelo nome, feita em casa, com o resultado anotado, já entrega o retrato inicial. Quem fez essa busca já tem a noção de quantos endereços aparecem e se há processo ou apenas registro de consumo. Esse material vira o ponto de partida do inventário completo.
O prazo que importa
Existe alguma pendência com data marcada? Um contrato, uma contratação, um Financing, um prazo de resposta de um órgão? Quando há data, o trabalho é organizado pelo calendário, e o que tem prazo mais curto é atacado primeiro.
O que não é preciso trazer
Não é preciso chegar com prints organizados, nem com a lista de endereços, nem com o contrato aberto na mão. A organização é parte do serviço. O que a pessoa precisa trazer é a informação bruta e a disposição de autorizar o trabalho.