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Reputação Legal
Para empresas

O passado do sócio aparece antes da proposta

A análise de risco de um cliente olha para o nome de quem assina, não só para o logotipo.

· Equipe Reputação Legal · 0 leituras
Fachada de prédio de escritório moderno
Fachada de prédio de escritório moderno

QUANDO UMA EMPRESA faz uma due diligence de fornecedor, cliente ou parceiro, a busca não para no logotipo e no CNPJ. Ela vai até o nome de quem assina, do administrador, do sócio. É nesse ponto que um processo antigo de um sócio pode deixar de ser um assunto privado e virar um assunto comercial.

O que a busca revela

O que a página mostra é o recorte: número do processo, vara, tipo de ação e andamento. Quando o processo é antigo, o buscador não mostra a sentença, e a leitura é de litígio. Uma empresa que contrata fornecedor faz esse raciocínio por conta própria, sem precisar de ninguém para dizer que aquilo é risco.

O efeito no ciclo comercial

É um efeito de atrito, não de bloqueio. A operação não para, mas a negociação demora mais, exigem-se documentos adicionais e, às vezes, o negócio não fecha. Empresas que passam por esse crivo de forma recorrente costumam tratar a exposição do sócio como parte da gestão de risco, e não como acaso.

O que funciona

Inventário do nome dos sócios e administradores, exposição de cada um deles, e plano de tratamento com prazo. Nos casos em que o processo é antigo, a certidão do tribunal é o documento que converte a leitura: muda o desfecho de "processo" para "processo encerrado sem condenação", e isso muda a decisão do outro lado.

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